Micoinseticidas entomopatogênicas

Micoinseticidas entomopatogênicos. A produção brasileira de fungos entomopatogênicos foi desenvolvida no início do século passado e introduzida na década de 60. Utiliza basicamente arroz cozido ou outros cereais como substrato para crescimento de fungos e consequente produção de conídios.

Micoinseticidas entomopatogênicas Produção

Inicialmente, ocorre a colonização do arroz pelos microrganismos. Em seguida, a mistura de arroz e conídios é triturada e comercializada na forma de pó-molhável e outras formas de disseminação micogência.

Essa mistura também pode ser vendida sem trituração, sendo necessária a lavagem do substrato com água para remoção dos conídios. Os conídios são os ingredientes ativos dos micoinseticidas, funcionando como unidades infectivas.

Micologia Entomopatogênia

Micologia Entomopatogênia. Controle biológico é a diminuição de uma população de pragas pela utilização de predadores, parasitas ou patógenos.

O controle biológico de insetos não é uma técnica recente. Desde
o séc III a.C., formigas predadoras eram utilizadas pelos chineses para controlar pragas em plantas cítricas.

Na Arábia Medieval os agricultores transportavam colônias de formigas predadoras para o controle de formigas fitófagas em palmáceas.

No processo de infecção de um inseto por um
fungo, o crescimento da biomassa do microrganismo
sobre o cadáver do inseto resulta na produção de um
número significativo de conídios. Entretanto, a maioria
destes conídios desintegra-se rapidamente no
ambiente e apenas uma proporção mínima vai alcançar
sucesso, infectando outros insetos. Em períodos
de colheita é comum o aparecimento de doenças em
populações de insetos no campo, denominadas
epizootias. O desenvolvimento de epizootias está
relacionado com a dinâmica da população de insetos,
o número de conídios fúngicos e sua viabilidade, a
eficiência de infecção e desenvolvimento do microrganismo.

Pesticidas químicos na agricultura História

Pesticidas químicos na agricultura História. Os defensivos químicos chegaram aos campos de
produção agrícola com o término da Segunda Guerra Mundial. Em 1962, a ambientalista Rachel
Carson publicou o livro “Primavera Silenciosa” (Silent
Spring), alertando sobre as consequências do uso
indiscriminado de pesticidas químicos na agricultura, como danos aos
seres humanos e outros animais e também ao meio
ambiente.

A partir da conscientização acerca dos riscos dos
pesticidas químicos e com a necessidade de reduzir o
uso destes, tem-se procurado obter produtos eficientes
no controle de pragas, principalmente por meio de
microrganismos.

COP 21

A 21ª Conferência do Clima (COP 21) realizada em dezembro de 2015, em Paris, como principal objetivo criar um novo acordo entre os países para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo o aquecimento global e em consequência limitar o aumento da temperatura global em 2ºC até 2100.

COP 21 2015,COP 21 PARIS,COP 21 FRANÇA 2015
Representantes: França e ONU

Histórico das COPs
Chamada de Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (do original em inglês United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC) foi elaborada durante a Rio-92 ou Eco-92 ou ainda Cúpula da Terra, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 1992. Entrou em vigor em março de 1994, reconhecendo que o sistema climático é um recurso compartilhado, planetário, cuja estabilidade pode ser afetada por atividades humanas – industriais, agrícolas e pelo desmatamento – que liberam dióxido de carbono e outros gases – chamados gases de efeito estufa – que aquecem o planeta Terra.

A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo da Convenção e reúne regularmente os países que assinaram e ratificaram a Convenção e o Protocolo de Kyoto. Suas decisões são soberanas e obrigam todos os signatários. Os países membros já se reuniram 20 vezes até hoje em conferências desse tipo (Berlin, Genebra, Kyoto, Buenos Aires, Bonn, Haia e Bonn, Marrakesch, Nova Déli, Milão, Buenos Aires, Montreal, Nairóbi, Bali, Poznan, Copenhague, Cancún, Durban, Doha, Varsóvia, Lima).